Foi uma torção, uma fratura, uma cirurgia que já deveria ter cicatrizado. Mas a dor não foi embora — ao contrário, tomou conta do membro, que agora dói de forma desproporcional, muda de cor e de temperatura, incha e não suporta nem o toque leve.
Essa é a síndrome dolorosa complexa regional (SDCR). É um quadro que costuma demorar a ser reconhecido e que tende a piorar quando a dor não é avaliada — por isso identificar o padrão cedo faz diferença.
A avaliação considera como a dor começou, como o membro mudou e o que já foi tentado, para orientar o cuidado.
A consulta começa pela sua história: qual foi o evento inicial, como a dor evoluiu, que alterações apareceram no membro (cor, temperatura, inchaço) e o que já foi feito.
A partir disso, é possível entender o padrão da dor e construir um plano de cuidado individualizado — que pode envolver medicamentos, reabilitação, bloqueios e outras abordagens, conforme o caso.
O objetivo é controlar a dor e recuperar o uso do membro no seu dia a dia.
Se a dor tomou conta de um braço ou perna depois de uma lesão, agende sua avaliação pelo WhatsApp.
Agendar consulta de avaliaçãoÉ uma dor desproporcional que se instala em um membro, em geral após um trauma ou cirurgia, acompanhada de alterações como mudança de cor e temperatura, inchaço e sensibilidade aumentada ao toque.
Na SDCR, o sistema de dor permanece ativado mesmo depois da cicatrização. Por isso a dor persiste e costuma vir acompanhada de outras alterações no membro.
Sim. É um quadro que tende a piorar quando não é avaliado, então reconhecer o padrão cedo é parte importante do cuidado.
O médico da dor é o especialista indicado para avaliar e tratar a SDCR.