As feridas do cobreiro secaram, a pele cicatrizou — mas a dor continua ali, em queimação ou choque, numa faixa do corpo que ficou sensível demais até para o roçar da roupa.
Essa é a neuralgia pós-herpética: a dor que permanece depois do herpes-zóster. Pode durar meses e, quando não é avaliada, tende a se arrastar e a desgastar o sono e o humor. Nesse momento, o foco deixa de ser a infecção e passa a ser o controle da dor no nervo afetado.
A avaliação considera há quanto tempo a dor começou, como ela se comporta e o que já foi tentado — e quanto antes isso é feito, melhor tende a ser o controle.
A consulta começa pela sua história: quando você teve o zóster, onde a dor ficou, como ela é e o que já foi usado.
A partir disso, é possível entender o padrão da dor e construir um plano de cuidado individualizado — que pode envolver medicamentos para dor no nervo, bloqueios e outras abordagens, conforme o caso.
O objetivo é reduzir o quanto a dor ocupa o seu dia, devolvendo sono e tranquilidade para encostar a roupa sem medo.
Se a dor continuou depois do cobreiro, agende sua avaliação pelo WhatsApp.
Agendar consulta de avaliaçãoÉ a dor que permanece na região onde houve herpes-zóster (cobreiro), mesmo depois de a pele já ter cicatrizado. Costuma aparecer como queimação ou choque numa faixa do corpo.
Pode durar meses. Quanto mais cedo a dor persistente é avaliada, melhor tende a ser o controle — por isso não convém esperar passar sozinha.
Sim. A dor que permanece após o zóster pode ser avaliada e tratada com foco no nervo afetado, com medicamentos específicos, bloqueios e outras abordagens conforme o caso.
O médico da dor é o especialista indicado para avaliar e tratar a neuralgia pós-herpética.