Dor oncológica

Controlar a dor para que ela ocupe menos espaço no seu dia.

Dor oncológica e cuidado paliativo

A dor relacionada ao câncer pode ter várias origens: a própria doença, a cirurgia, a quimioterapia, a radioterapia, ou uma dor que permaneceu mesmo depois de o tratamento ter terminado.

O cuidado da dor oncológica não substitui o tratamento conduzido pelo oncologista — caminha ao lado dele. O foco é controlar a dor para que ela ocupe menos espaço no dia: no sono, no apetite e na disposição para as atividades possíveis em cada fase.

A avaliação considera o tipo de dor, o momento do tratamento e o que já foi usado — sempre em articulação com a equipe que acompanha o caso.

O que a consulta avalia

A consulta considera o tipo de dor, onde ela aparece, o momento do tratamento e os medicamentos já utilizados.

A partir disso, é possível construir um plano para o controle da dor — que pode envolver ajuste de medicação, bloqueios e procedimentos específicos, sempre articulado com a equipe que acompanha o caso.

O objetivo é controlar a dor para preservar sono, apetite e disposição ao longo do tratamento.

Se a dor tem pesado durante ou após o tratamento, agende uma avaliação pelo WhatsApp.

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Perguntas frequentes

Dúvidas sobre dor oncológica