Ela queima, dá choque, formiga — e transforma um gesto simples em provação: vestir a blusa, o lençol encostando na pele, segurar o volante. Não é exagero, e raramente cede ao analgésico de sempre.
A dor neuropática aparece quando o próprio nervo passa a enviar sinal de dor, mesmo sem uma lesão nova no local. Surge na neuropatia diabética, na dor que ficou depois de uma cirurgia, em lesões e compressões de nervo. É o tipo de dor que leva a pessoa a trocar de remédio várias vezes sem encontrar alívio que se sustente.
Por isso, a avaliação começa por entender de onde parte esse sinal e qual o padrão da dor — para construir um plano de cuidado adequado ao seu caso.
A consulta começa pela sua história com a dor: quando começou, onde aparece, como ela é (queimação, choque, formigamento) e o que já foi tentado.
A partir dessa avaliação, é possível identificar o nervo envolvido e o padrão da dor, e construir um plano individualizado — que pode envolver medicamentos específicos para dor neuropática, bloqueios e outras abordagens, conforme o caso.
O objetivo é reduzir o quanto a dor interfere no seu dia — no sono, no trabalho, no toque e nos gestos simples que voltaram a doer.
Se a dor é em queimação, choque ou formigamento, agende sua avaliação pelo WhatsApp.
Agendar consulta de avaliaçãoÉ a dor causada por uma alteração no funcionamento de um nervo, que passa a enviar sinal de dor mesmo sem uma lesão nova. Costuma se manifestar como queimação, choque, agulhada ou formigamento.
Neuropatia diabética, dor após cirurgia, lesões e compressões de nervo, e a dor que permanece após o herpes-zóster estão entre as causas mais frequentes. A avaliação ajuda a identificar a origem em cada caso.
Porque a dor neuropática nasce do próprio nervo, e não de uma inflamação local. Por isso costuma responder melhor a medicamentos específicos para esse tipo de dor, indicados conforme a avaliação.
O médico da dor é o especialista indicado para avaliar e tratar a dor neuropática, com foco na origem do sinal e no impacto da dor na rotina.