É uma dor que persiste na parte baixa da barriga e na região pélvica, por meses, e que muitas vezes não tem uma causa única e clara. Interfere no trabalho, no sono, na atividade física e na vida íntima — e desgasta também pelo que não se fala.
Por envolver várias estruturas, a dor pélvica crônica costuma passar por diversas consultas sem uma resposta que explique o que se sente. Isso não significa que a dor não seja real.
A avaliação olha para a dor em si — o seu padrão, os seus gatilhos e o seu impacto — para orientar o cuidado.
A consulta começa pela sua história com a dor: há quanto tempo está presente, o que piora, o que já foi investigado e como ela tem limitado a sua rotina.
A partir disso, é possível entender o padrão da dor e construir um plano de cuidado individualizado — que pode envolver medicamentos, bloqueios, reabilitação e cuidado integrado, conforme o caso.
O objetivo é reduzir o quanto a dor limita o seu dia — no trabalho, no sono, no movimento e na intimidade.
Se a dor na região pélvica não passa, agende sua avaliação pelo WhatsApp.
Agendar consulta de avaliaçãoÉ uma dor persistente na parte baixa do abdome e na região pélvica, que dura meses e nem sempre tem uma causa única identificada.
Porque a região pélvica envolve várias estruturas, e a dor pode ter mais de uma origem. Por isso muitos pacientes passam por diversas consultas sem uma resposta clara.
Sim. O cuidado é individualizado e pode envolver medicamentos, bloqueios, reabilitação e cuidado integrado, conforme a avaliação de cada caso.
O médico da dor é o especialista indicado para avaliar e tratar a dor pélvica crônica, com foco no padrão da dor e no seu impacto na rotina.